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CINEGRADA – Cineclube traz o protagonismo negro nas telonas

Criado em 2013 no Complexo da Maré e levantando a bandeira da valorização da cultura afro, o CRUA – Coletivo Criativo de Rua,  é formado por jovens envolvidos em diversas áreas da cultura criativa e vem atuando principalmente nas favelas e periferias do Rio valorizando a cultura existente no local e trocando novas experiências.

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Acreditando na força do audiovisual como uma das vertentes na luta contra o racismo, o coletivo criou o cineclube CINEGRADA, que vem rolando há pouco mais de um ano, toda terceira quinta-feira do mês, ás 19h no Hotel da Loucura, Zona Norte do Rio, onde o coletivo ocupa uma das alas desativadas do instituto. Os filmes exibidos são sempre ligados a valorização da identidade negra,  dando visibilidade as histórias, a cultura e o protagonismo dos artistas negros, além de sempre promoverem debates sobre o assunto. …Continue lendo>>>

O Cineclube Buraco do Getúlio está passando o chapéu. Contribua!

Idealizado por amigos que produziam filmes e desejavam um espaço para exibi-los, o Cineclube Buraco do Getúlio realiza desde julho de 2006 em Nova Iguaçu, mais precisamente no Anania’s Bar, sessões mensais e gratuitas, priorizando a difusão do curta-metragem nacional e promovendo intervenções artísticas de teatro, poesia e circo no intervalo entre os filmes, além de shows e performances de DJs e VJs e representa hoje um ponto de encontro da cultura na região.

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7a Mostra Live Cinema – Improvisação Audiovisual, Performances e Instalações

Idealizado e com curadoria da documentarista Marcia Derraik e do artista multimídia Luiz Duva – que tiveram árdua missão de escolher trabalhos entre os 114 inscritos -, a 7a Mostra LIVE CINEMA segue como uma vitrine das tendências do Live Cinema brasileiro e internacional, além de ampliar o conceito de performance audiovisual ao convidar músicos, artistas visuais, fotógrafos, bailarinos, programadores, cineastas, Djs e VJs para encontros de improvisação audiovisual que dialogam diretamente com a performance, a instalação, o video mapping e a robótica.

Nas primeiras edições da mLC, a maior parte dos trabalhos vinham de São Paulo e Belo Horizonte, mas este ano temos muitos cariocas, além de paraenses, pernambucanos e também um europeu”, observa a curadora Marcia Derraik. …Continue lendo>>>