Category Archives: A menina sem CEP

Transformação da cidade, colaboração, criatividade: movimentos de Porto Alegre

Depois de um mês na comunidade Osho Rachana vim para Porto Alegre conhecer os movimentos, as pessoas, a cidade. E com dez dias de PoA, bah, como aqui está acontecendo coisa! Ocupações, encontros, ações. Hoje vou falar do pouco que vivi por enquanto e o que vem pela frente. Se eu fosse você, arrumava um tempo e ia dar uma volta do outro lado para ver como que é tá. O negócio está bonito, está fervendo – quem sabe não é por isso que o inverno está bem ameno, às vezes até quentinho. …Continue lendo>>>

Casa 11, um respiro no meio do caos urbano

Conheci o Daniel Paiva em um curso do Comércio Sagrado  que aconteceu em Petrópolis, em setembro do ano passado. Cara de presença forte, um tipo meio ciganão, bonito. Polêmico. De primeira não sabia bem como me aproximar. Depois, naturalmente, fui entendendo aquela figura e vendo que há muita beleza, leveza e doçura pulsando lá dentro. Daniel também tem um ótimo senso de humor. Mas ele causa mesmo na Astrologia. É um bruxinho. Um bruxão, na verdade. Fiquei impressionada quando, em trinta minutos e apenas com o meu mapa aberto na tela do computador, ele me desnudou. A leitura daquela bola cheia de linhas coloridas é, para ele, como a leitura de linhas de um texto em português para mim. …Continue lendo>>>

Inspiração nossa de cada dia

Tem tempo que não escrevo para esta coluna. Senti que algo dentro de mim me prendeu à proposta inicial, que não era exatamente o que pulsava em mim para fluir pelos meus dedos nesse teclado. No meio disso tudo, tive uma sacação: quando eu, no meu primeiro texto, explicava que a coluna traria projetos interessantes e pessoas inspiradoras, fiquei presa à ideia criada por mim de que x ou y são importantes e inspiradores. Quando, na verdade, tanta gente me inspira o tempo inteiro a cada dia! …Continue lendo>>>

Eu curto café, boa prosa e novas economias na prática

O insight para essa pauta surgiu em uma reunião que tive há duas semanas, que aconteceu em uma manhã no Curto Café. Primeiro porque já cheguei me sentindo em casa (e se sentir em casa sem ter uma tem um gosto especial). Depois, porque fui muito bem recebida, inclusive convidada a partilhar do café da manhã deles, com eles. E, para finalizar, ao perguntar quanto era o café que tomei, ouvi do Rômulo Martinez, um dos quatro sócios, a pergunta: “Quanto ele vale para você?” …Continue lendo>>>