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Ágoras Cariocas – Próxima estação: Honório Gurgel

Quantas vezes na rua você já cruzou com um ônibus da linha 362 e se perguntou: afinal, onde fica Honório Gurgel? Linha antiga, que leva à Praça 15, atravessando a Avenida Brasil, e passando por dentro de bairros vizinhos como Rocha Miranda e Coelho Neto, o 362 é uma das conexões de Honório com o Centro dessa cidade que a gente tanto ama, canta, admira, mas que conhece tão pouco.

É disso que trata o Ágoras Cariocas, que desembarca no dia 22 de agosto, na Praça Othon de Almeida, mais conhecida como a praça do 362, no conjunto do antigo IAPI, em Honório Gurgel. Uma das invenções do Norte Comum, o Ágoras Cariocas tem como condutor o professor de história Luis Antonio Simas, que de conversa em conversa, de bairro em bairro, tem percorrido a Zona Norte contando e ouvindo histórias de lugares que, se você não prestar atenção, vai passar por eles sem reparar. Coisas da Zona Norte, que enfileira ruas, esquinas, praças, vidas que, se bobear, acabam invisíveis, como se não se não existissem. E negar a alguém o direito à existência é coisa que não devia acontecer! …Continue lendo>>>

Rio de Janeiro e Porto Alegre: aqui ou lá, lá ou aqui, tudo está acontecendo

Essa velocidade “quântica-cósmica” do tempo às vezes me extrapola e quando me dei conta já tem tempo que não pinto por aqui. Talvez tenha a ver com essa vida de mudança constante que tenho experimentado. Pois bem, mas cá estou. Aquela minha primeira ida à Porto Alegre durou quase um mês e depois de quase três semanas no Rio de Janeiro, já estou na terceira casa-coração-aberto.

Vivi muitas coisas incríveis nos dias que seguiram depois da minha última postagem de lá. Cheguei a ir ao espaço Acordar, que eu tinha citado no último texto. Era uma segunda-feira à noite, onde acontecem os Encontros de Reconexão. A cada semana um facilitador diferente traz um novo tema dentro da proposta. A contribuição sugerida é de R$ 5. Espaço gostoso de estar, de conhecer pessoas, de reconectar. Foi onde conheci o Tiago Bueno, um cara que conheceu a Comunicação Não-Violenta (CNV), matou no peito e está disseminando na cidade essa arte de se relacionar, de viver. Como fui picada pelo mosquitinho da CNV há quatro anos, já dei logo um jeito de me aproximar do Tiago para entender como andava esse movimento por aquelas bandas gaúchas. …Continue lendo>>>