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Zé Vito Presents: Aláfia

Você já ouviu falar em Aláfia?  Hocus Pocus, Gary Clarck Jr.?
Já ouviu falar em Amplexos, Boogarins, Cage the Elephant, Jose James, Peven Everett??

Já ouviu Grant Green, o novo do Jack White??
Ah, aquele clássico do Keziah Jones???

Independente de conhecer ou não, você está no lugar certo!

A  música hoje em dia anda tão rápido que simplesmente somos incapazes de acompanhar tudo o que está sendo criado e lançado. E muitas vezes deixamos de lado coisas antigas que são pérolas, e que não escutamos por preconceito, preguiça ou mesmo por não ter descoberto antes.

Então, me proponho a ajudar a transportar essa informação pelo espaço, pra que as coisas boas cheguem aos seus devidos lugares, ou ouvidos!

A dica de hoje é o Aláfia, uma banda sensacional de São Paulo que vem roubando a cena com um disco excelente, ótimas letras e muito funk.

Aláfia , em Iorubá, significa “Caminhos Abertos“, um bom significado pra essa primeira postagem.

Conversei com um dos criadores da banda, meu conterrâneo de Ribeirão Preto, Eduardo Brechó, que contou um pouco da história do Aláfia pro SerHurbano.

Aláfia

– Como surgiu o Aláfia? O que significa essa palavra??

O Aláfia surgiu da reunião de pessoas com as quais eu trabalhava paralelamente e resolvi fazer um trampo só com o material e o conceito que percebi que estava se desenvolvendo nestes trampos e que tinham uma lógica e uma coerência entre si. O Jairo e eu nos encontrávamos semanalmente e fomos agregando outros músicos a estes encontros e o nome Aláfia – que significa mais ou menos “caminhos abertos” em iorubá – já pairava no ar nesta época e nós entramos embaixo com o grupo já meio se formando. Nesta época, outras pessoas contribuíam com o grupo mas a medida que a coisa se oficializava, o núcleo se manteve com estas pessoas que aí estão.

– O que motivou vocês a criarem a banda? 

Duas necessidades: botar o bloco na rua – os artistas do grupo queriam fazer shows e discos. E a latência deste material afrourbano. Estávamos desenvolvendo um conceito a partir de canções que eu tinha escrito há alguns anos e que estavam guardadas e precisavam de vazão.

– O que vocês escutam e quais artistas novos brasileiros vocês gostam?

Tem uma parte do grupo bem jazz. Tem outra mais rap. Tem quem ama batucada tb. Tem uma parte afrobeat, balcan, guitarrada essas coisas… Tem uma parte bem música baiana. Tem um lado pop americano. Tem um lado AOR até. Eu sou o lado mais discomusic. De contemporâneo, o que toca no meu coração é Racionais.
Pipo ouve muitos lançamentos com atenção. Filipe também é bem atento. A gente ouve a produção atual pra aprender o que é o som de hoje: de Rumpilezz a Flow Mc.

– Como foi o processo de composições e como vocês gravaram o disco?

No disco a maioria das composições são minhas e quando há parceria é sobre um esboço/idéia que eu tinha. Só Chicabum que é idéia do Jairo e a música é dele. Gravamos num processo bem lento. Muita coisa separada em estúdios caseiros pequenos. E fomos botando elementos. Gravamos durante um ano e meio.

– Como vcs enxergam a cena musical do Brasil hoje?

Nós adoramos música. Os cortes são muito rápidos, num dá pra ver a cena direito. É um panorama. Tem pra todo gosto e diversos tipos de competências. Competência industrial, de marketing, de pesquisa, de execução, de composição, arranjo. Tudo isso é a cena. Tá fácil gravar e tem música pra caramba rodando e dinheiro só pra alguns poucos.

Pra ouvir o som dos caras:

I Hate Flyer – De 2 à 6 de Abril

Ocupa Rádio Pulga
Onde: Ifcs (Largo São Francisco de Paula, Centro)
Ás 14h
GRÁTIS

Lançamento do livro Circo Voador – A Nave
Onde: Blooks Livraria (Praia de Botafogo, 316 – Botafogo)
Ás 19h
GRÁTIS

Exibição dos filmes de Helena Ignez, “Feio, Eu? ” e “Poder dos Afetos”, na Mostra do Filme Livre 
Onde: CCBB (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro)
Ás 19h
GRÁTIS

Karaogay
Onde: Casa Nuvem (Rua Morais e Vale, 18 – Lapa)
Ás 19h
GRÁTIS

PIRA PIRÃO
Onde: Comuna (Rua Sorocaba, 585 – Botafogo)
Ás 19h30
Carnívoro: R$ 30 o prato (R$ 35 com sobremesa)
Vegano : R$ 25 o prato (R$ 30 com sobremesa)
Sobremesa: R$ 8

Sessão Carta Branca: Tiro Porrada e Bomba
Onde: Cine Odeon (Cinelândia)
De 21h às 22h30
Preço: R$4 meia

Jazz da Sinuca
Onde: Sinuca Tico e Taco (Rua da Lapa, 141)
Ás 23h
Preço: R$3

Quarta Jazz: DJ Rodrigo Cavalcanti / Caboco Neném Trio / DJ Egil / Afro Jazz 
Onde: Estudantina Musical – Praça Tiradentes, 79 – Centro
Ás 22h
GRÁTIS …Continue lendo>>>

I Hate Flyer – De 26 de Março à 1 de Abril

APERTE F5 com FERRÉZ
Onde: SESC Tijuca
De 18h às 21h
GRÁTIS

Quartas de Permacultura – Sanitário Seco
Onde: Ás Ateliê Sustentável ( Rua Joaquim Murtinho – 587, Santa Teresa)
Ás 14h
GRÁTIS

Homenagem a Fernando Santa Cruz e lançamento do livro “Onde está meu filho”
Onde: UFF – Campus Gragoatá ( Rua Passo da Pátria, 156 – Niterói)
Ás 18h
GRÁTIS

É VENTO!
Onde: Fundição Progresso ( Rua dos Arcos, 24 – Lapa)
De 20h às 1h
Preço: R$ 10,00 + 1 Kg DE ALIMENTO (leite em pó ou alimentos não perecíveis) E/OU BRINQUEDO (novo ou em bom estado)

AFROJAZZ convida Dj Negralha (O Rappada) + CABOCO NENÉM
Onde: Centro Cultural Estudantina Musical (Praça Tiradentes, 79 – Centro)
Ás 21h
GRÁTIS

JAZZ da Sinuca com Guga Pellicciotti Trio
Onde: Sinuca Tico e Taco (Rua da Lapa, 141 – Lapa)
Ás 23h30
Preço: R$3

 Beth Carvalho
Onde: Imperator ( Rua Dias da Cruz, 170 – Méier)
Ás 21h
Preço: R$25 pista meia
R$30 cadeira meia …Continue lendo>>>